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segunda-feira, 22 de junho de 2026

DOIS MESES NA ESTRADA! (Parte I)

 



Dia 15 de abril deixei meu filho cuidando a casa no Parque Alvorada e fui para a estrada; anoiteci num camping muito bacana em Campo Mourão para, no dia seguinte seguir viagem até Curitiba e daí descer a Serra do Mar para passar o feriado de Tiradentes na praia do Poá, do ladinho da praia da Penha. Esta foi a primeira etapa da viagem que durou mais de dois meses.  

   Estrategicamente localizado no meio do caminho entre Dourados e Curitiba, o Camping Marina mourão de Campo Mourão é um lugar muito bonito e banhado pelo lago da represa da Usina Mourão. De cara achei o preço salgado, R$ 100,00. Mas valeu pelo diária e pelo atendimento. Seu José, o caseiro do local é muito simpático e atencioso. Certamente voltarei a pagar para descansar por lá em futuras viagens.


No dia seguinte fui até Curitiba, de onde, junto com a minha companheira Cléo fomos passar o feriado emendado com o fim de semana, na Praia do Poá, que fica localizada próximo ao Beto Carreiro World, na Penha, em Santa Catarina.




O passeio foi maravilhoso, e o Camping do Poá é um lugar acolhedor. Não se pode dizer o mesmo da BR 163. Em dias normais o trânsito já é ruim; em véspera de feriado então fica pior e na volta para Curitiba foi muito estressante durante toda a subida da serra. A rodovia não suporta mais a quantidade de carros e caminhões que transitam por ela todos os dias.Mas, o que salvou a viagem por essa rodovia foi a parada do almoço, num restaurante logo após a praça do pedágio.  Quando chegamos lá, mesmo estando dentro do horário de atendimento, tinham finalizado a permissão para entrar porque a comida estava acabando, no entanto, eles forneciam marmitas com o que tinha disponível. Pegamos nossa marmita e fomos almoçar atrás do restaurante, na beira de um córrego e de lá vimos que havia uma ponte pênsil nas proximidades. Depois do almoço matamos nossa curiosidade andando pela ponte. 

Mas, o que salvou a viagem por essa rodovia foi a parada do almoço, num restaurante logo após a praça do pedágio.  Quando chegamos lá, mesmo estando dentro do horário de atendimento, tinham finalizado a permissão para entrar porque a comida estava acabando, no entanto, eles forneciam marmitas com o que tinha disponível. Pegamos nossa marmita e fomos almoçar atrás do restaurante, na beira de um córrego e de lá vimos que havia uma ponte pênsil nas proximidades. Depois do almoço matamos nossa curiosidade andando pela ponte.

 



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