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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

NOVO ANO

 



O ano começa, ou começou, em primeiro de janeiro de acordo com o calendário gregoriano, instituído em 1582 pelo Papa Gregório XIII e adotado gradualmente por quase todos os países do mundo. Um ano velho se despede e um novo recebe as festividades promovidas por quem tem dinheiro ou poder; governantes gastam milhões em shows pelo mundo à fora mostrando para o povo sofrido como é bom ver o dinheiro dos impostos sendo queimados em fogos coloridos e apresentações musicais ‘gratuitas’. A mídia, devidamente patrocinada pelos empresários, convence até alguns pobres a comprarem fogos e fazerem festas de esperança por um ano melhor.

Mal o ano começa e as dificuldades vão aparecendo; os governos cobram impostos do carro e até das casas que foram adquiridas há muitos anos novos e ainda não estão quitadas. As empresas abrem as portas e um enxame de trabalhadores começam a produzir lucros para os patrões; trinta dias depois chegam os salários para garantir que, afinal de contas, nada mudou além do calendário.

Ano novo é sempre assim, mas às vezes acontecem coisas diferentes, como a invasão de um país por outro dominante. Os Estados Unidos, sob a liderança do extremista Donald Trump, ocuparam a Venezuela e prendeu o Presidente daquele país, e não era para restaurar a democracia, mas para que as empresas norte americanas pudessem se instalar e extrair o petróleo da maior reserva mundial conhecida.


Que impacto tem isso na minha vida? Aparentemente nenhum! Os preços nos supermercados não aumentaram e nem diminuíram por causa disso. Nem o Ano Novo e nem a prisão ilegal do Maduro foram capazes de me trazer mais conforto e alegria. Na Venezuela os magnatas do petróleo vão investir bilhões para lucrar ainda mais e fazer os Estados Unidos grande de novo.

NOVO ANO

  O ano começa, ou começou, em primeiro de janeiro de acordo com o calendário gregoriano, instituído em 1582 pelo Papa Gregório XIII e ado...